Cáuculo de Ovulação

Como caucular o dia fértil?

O processo de ovulação só começa após a primeira menstruação a partir daí o corpo feminino está preparado para gerar novas vidas. E geralmente esse é o maior desejo de uma mulher, ser mãe.
A ovulação ocorre quando o óvulo amadurece dentro do ovário, após o amadurecimento é encaminhado para as trompas onde aguarda o encontro com os espermatozóides. Quando esse encontro ocorre chama-se de fecundação. Se realmente ocorrer a fecundação eles vão para o útero dando início gestação.
A ovulação varia de acordo com os dias de duração do ciclo menstrual de cada mulher. Ela ocorre mais ou menos dez dias após a menstruação ter acabado. E é durante este período que a mulher está fértil aumentando a possibilidade de ficar grávida. *Dica para ajudar você a descobrir se está no período fértil:
Observe a maior umidade vaginal, quando o muco é mais espesso de consistência parecida à de clara de ovo é normalmente o quarto dia depois da ovulação.
Para calcular seu período fértil conte 14 dias da data do início de seu último ciclo menstrual, e a partir daí conclua que você estará ovulando entre dois dias antes e dois dias depois desta data.

BOA SORTE AMIGAS.

quinta 15 abril 2010 09:57


Para engravidar de menina/menino

A receita do doutor José Bento para
fazer menino ou menina

Segundo o doutor José Bento, a probabilidade de um bebê nascer do sexo masculino ou feminino é de 50% para cada um. Contudo, há como aumentar as chances para até 70%, seguindo uma das receitas ao lado. Ambas partem do princípio de que os espermatozóides masculinos são mais rápidos, porém mais frágeis, enquanto os femininos, mais resistentes, levam mais tempo para chegar ao óvulo. Então, com menor acidez vaginal, a chance dos meninos é maior. E vice-versa.

Menino

A relação sexual deve acontecer no dia ou próximo ao dia de ovulação e ser evitada no início do ciclo menstrual; para diminuir a acidez vaginal, a mulher tem de manter dieta hipocalórica durante a semana e fazer, antes do ato, uma ducha vaginal, com 2 colheres (sopa) de bicarbonato de sódio para 1 litro de água; o orgasmo da mulher deve ocorrer antes ou junto com o do parceiro; a penetração deve ser profunda e preferencialmente por trás, para que os espermatozóides sejam colocados na secreção alcalina da vagina.

Menina

A relação sexual deve acontecer no início do ciclo e, principalmente, até dois dias antes da ovulação; para aumentar a acidez vaginal, a mulher tem de manter dieta hipercalórica durante a semana e fazer, antes do ato, uma ducha vaginal, com 2 colheres (sopa) de vinagre para 1 litro de água; ela também deve evitar o orgasmo para aumentar a secreção alcalina; a penetração deve ser pouca no momento da ejaculação e com o homem por cima, para que o esperma seja depositado na entrada do colo do útero.

OBS: Prefiro acreditar em  Deus e deixar que ele escolha o que é melhor para mim, na verdade não importa o sexo do bebê, o importante é ser mãe, é amar e ser amada. Mas para quem  desejar, fica ai a dica. Bjus

terça 13 abril 2010 10:56


PARTO PREMATURO

O PARTO PREMATURO

O CONCEITO DE PARTO PREMATURO
Não importa quantas definições existem para caracterizar o parto prematuro.
A definição do OMS e: parto prematuro e aquele parto que começa com a idade gestacional menos de 37 semanas.

ATENÇÃO !!!!
Temos que diferenciar um prematuro de um neonato com baixo peso; isso e completamente outra coisa.
Neonato de baixo peso e aquele que nasce com menos 2500 g.
Geralmente os prematuro tem baixo peso. Podemos ter bebe de baixo peso mas não prematuro.

INCIDENCIA: 4-11% em países desenvolvidos, no Brasil 7%.

A problema clinica e diagnostica do parto prematuro começa ainda no pré-natal. O medico tem que descobrir qual são as chances que a mãe tem por um parto prematuro.
Por isso, tem que pensar, primeiro, nos fatores de risco por parto prematuro. Eles são classificados em:

  1. Epidemiológicos – sócio econômico (menor nível, desnutridas), gravidez indesejada, pré-natal inadequado, estresse (atenção á profissão !!!), tabagismo, alcoolismo, consumo de drogas
  2. Ginecológicos: amputação do colo uterino, malformações uterinas (útero septado, bicornes, miomas)
  3. Obstétricos: presença de infecção amniótica (ascendente – Bacteróides e Gardnerella – ATENÇÃO A SECREÇÃO) – ativação das elastáses que da esvaecimento do colo e as vezes a rotura das membranas, alterações hormonais (especialmente alterações de progesterona), incompetência cervical (colo que não consegue segurar o feto – a historia típica e aquela grávida que da luz mais e mais cedo cada gravidez), DPP, placenta praevia, malformações fetais, partos prematuros anteriores.
  4. Clínico-cirúrgicos: diabetes, HTA, doenças de tireóide, infecções, doenças renais), as vezes e prematuridade eletiva.
  5. Iatrógenos: inconcebíveis !!!! – erros de calculo na idade gestacional
  6. Idiopáticos – partos prematuros sem motivo ou com motivo deconhecido

O que e muito importante a respeito deste assunto e que a prematuridade e a maior causa de morte perinatal. Por isso, não podemos ignorar nenhum fator e nenhuma eventualidade, frente a uma grávida com risco de parto prematuro.
A prevenção, então, tem que ser a maior preocupação do obstetra ou do medico qualquer.
Alias, fazer profilaxia.
Profilaxia pode ser primaria, secundaria ou terciária.
Porem, na maioria das vezes, e quase impossível remover os fatores de risco. Imaginem uma grávida com diabetes, ou com alguma malformação do útero ou mesmo do colo.
Melhor funciona a profilaxia secundaria – isto e DEPISTAR as alterações e estabelecer uma conduta profilática.
A profilaxia terciária – inibição de trabalho de parto – vai usar a tocólise.

A PROBLEMA MAIS IMPORTANTE E DETECTAR O RISCO DESTAS PACIENTES.

  1. VIGIA AS CONTRAÇÕES UTERINAS

A grávida esta com contrações mais fortes que esperado?

  1. FAZER MEDIDAS DE COLO UTERINO

Podemos fazer isso pelo toque vaginal, mas e melhor usar a ultrasonografia porque o toque pode ter caráter subjetivo.
Hoje nos sabemos que um colo normal e um colo acima de 30 mm. Ate a 26-28 cm não tem risco de acontecer um parto prematuro.
Um colo com menos de 20 mm já esta problemático, especialmente de 20-24 semanas.

  1. ESCALA DO PAPIERNIK

Ele usa os seguintes fatores:

  1. Fatores sócio-profissionais
  2. Constituição da grávida
  3. Antecedentes da grávida
  4. Evolução das gravidezes anteriores

Ele anota esses fatores de 1 a 5. O total classifica o grupo de risco da grávida:
1 – 5   não tem risco
5 – 10 risco potencial
Acima de 10 o risco e evidente

1

2 crianças ou mais sem ajuda familial
Nível sócio econômico precaro

Curetagem a intervalo curto depois o ultimo parto

Trabalho no céu aberto

Fadiga normal
Aumento excessivo de peso

2

Gravidez ilegítima
Idade menor de 20 anos
Idade maior de 35 anos

Curetagens

Mais de 3 andares sem elevador
Mais de 10 cigarros/dia

Aumento do peso com menos de 5 kilos
Albuminúria
Hipertensão

3

Nível econômico-social muito baixo
Altura menos de 1,55
Peso embaixo de 45 kilos

Curetagens
Uter cilíndrico

Varias viagens diárias
Esforços incomuns
Trabalho cansativo
Viagens longos

Diminuição de peso desde a ukltima consulta
Cabeça baixa, segmento inferior já formado,
Pelviána a 7 meses

4

Idade menos de 18 anos

Pielonefrite

Metrorragias no segundo trimestre,
colo curto ou deiscente,
útero contratil

5

Malformações uterinas,
1 aborto tardio,
1 parto prematuro

Gestação múltipla
Placenta praevia
hidramnio

 O desvantagem destes sistemas de avaliação e que não considera alguns fatores epidemiológicos como estado febril, doenças preexistentes, infecções vulvo-vaginais.
Então deve ser considerado:

  1. Idade menos de 20 anos
  2. Celibatária
  3. Peso embaixo do 50,8 kilos
  4. Fumante
  5. Vários abortos espontâneos, especialmente no segundo trimestre
  6. Gestações múltiplas
  7. Histórico de parto prematuro na ultima gravidez
  8. Histórico de neonato morto ou morte perinatal nas ultimas gestações
  9. Infecções do trato urinário durante a gravidez
  10. Atividade uterina importante espontânea antes do prazo
  11. O orifício uterino dilatado
  12. Hemoglobina embaixo de 9g/100 ml

CONDUITA TERAPEUTICA
Digamos que já a grávida esta com risco alto de parto prematuro, o terapeuta tem já que decidir qual são as decisões que ele vai tomar em pré-natal:

  1. Recomendações de higiene (repouso no leito em decúbito lateral esquerdo)
  2. Recomendações de dieta
  3. Recomendações multidisciplinares
  4. Suplemento de progesterona

PORQUE SUPLEMENTO DE PROGESTERONA?
A progesterona (pro=por ; gesta=gravidez) esta, normalmente secretada pelo corpo lúteo, e favorece o silencio uterino, falta das contrações uterinas. O corpo lúteo secreta mediado pelo LH, mas, se existir uma insuficiência ovariana de causa hipofisaria e o LH esta já insuficiente, pode correr risco de parto prematuro pela insuficiência de corpo lúteo, ai, vamos precisar de impedir isso suplementando a progesterona.

Os preparados éticos são UTROGESTAN, EVOCANIL, CRINONE

PROGESTERONA

Ações terapêuticas.
Progestágeno.
Propriedades.
Os progestágenos transformam o endométrio proliferativo em secretor, inibem a liberação de gonadotrofinas hipofisárias e, com isto, previnem a maturação folicular e a ovulação. Inibem, também, a contratilidade uterina. A resposta nos tecidos moles depende do estímulo estrogênico prévio.
Indicações.
Amenorréia, sangramento uterino anormal causado por desequilíbrio hormonal em ausência de patologias orgânicas (fibrose submucosa, câncer uterino). Anticoncepcional. Menorragia, endometriose, preparação do útero, na mulher sem ovários, para fertilização in vitro.
Posologia.
Depende do progestágeno utilizado e da forma farmacêutica; 5 a 10mg diários durante 6 a 10 dias para a amenorréia secundária; 5 a 10mg diários durante 6 dias no sangramento uterino funcional.
Reações adversas.
Sangramento, mudança no fluxo menstrual, amenorréia, edema, aumento ou diminuição de peso, mudanças na erosão e na secreção cervical, icterícia colestática, erupções (alérgicas), melasma ou cloasma, depressão mental. Quando combinados com estrógenos, foram observados tromboflebite, embolia pulmonar, trombose e embolia cerebral, hipertensão ocular, mudanças na libido, tonturas, fadiga, dor nas costas, cefaléias, hirsutismo, síndrome pré-menstrual, nervosismo, eritema nodoso, prurido.
Precauções.
Os progestágenos devem ser suspensos se a paciente apresentar uma perda repentina da visão, ou aparecer proptose, diplopia ou enxaqueca. Se o exame ocular indicar edema papilar ou lesões vasculares da retina, deve evitar-se sua administração. Quando forem administrados durante os primeiros quatro meses da gravidez, os progestágenos podem causar dano fetal (masculinização do feto feminino, hipospadia, defeitos cardíacos e nos membros). Também provocam edemas, por isso os pacientes com epilepsia, enxaqueca, asma, insuficiência cardíaca ou renal devem ser controlados. Administrar com precaução em pacientes com antecedentes de depressão. O efeito do fármaco no lactente é desconhecido. A segurança e a eficácia em crianças não foram estabelecidas.
Contra-indicações.
Tromboflebite, tromboembolia, ictus cerebral. Carcinoma de mama suspeito ou conhecido. Sangramento vaginal não-diagnosticado. Aborto. Gravidez. Antecedentes de gravidez ectópica. Actinomicose genital.

 

terça 02 março 2010 08:17


VACINA DE MARIDO, A RECEITA DA UNICAMP CONTRA O ABORTO ESPONTÂNEO

VACINA DE MARIDO, A RECEITA DA UNICAMP CONTRA O ABORTO ESPONTÂNEO

Jornal O Globo e site Globo.com

Rejeição do organismo ao feto ocorre por falhas no sistema imunológico

A principal causa de abortos espontâneos, comuns nos três primeiros meses de gravidez, é a rejeição do sistema de defesa do organismo da mãe devido às características do embrião que vieram do pai, segundo um estudo feito na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). A descoberta traz uma boa notícia para quem sofre com o problema porque o tratamento é simples: basta uma vacina, batizada pelos médicos de “vacina de marido”, que ensina o organismo materno a reconhecer seu filho.

Os chamados “abortos recorrentes” afetam de 2% a 5% das mulheres em idade fértil e geralmente ocorrem antes da 20ª semana de gravidez. Segundo a pesquisa brasileira, na grande maioria das vezes (mais de 85%), o problema ocorre por uma falha do sistema imunológico em se adaptar à gravidez. “Metade do bebê é da mãe, mas a outra metade é do pai e o organismo pode ter problemas com isso”, explicou o coordenador do estudo, Ricardo Barini, do Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (Caism) da Unicamp.

Em seu trabalho, a equipe de Barini estudou 250 mulheres que sofreram abortos recorrentes e se trataram no Caism entre 1993 e 2004. Todas elas tinham entre 30 e 34 anos e perderam bebês espontaneamente três ou mais vezes consecutivas. Além da rejeição ao embrião devido a características paternas foram registradas outras causas, menos freqüentes, como problemas hormonais e anatômicos.

Curiosamente, a rejeição não ocorre quando o pai é imunologicamente muito diferente da mãe, mas sim quando ele é muito parecido. “Quando você transplanta um órgão, ele precisa ser o mais semelhante possível ao organismo receptor para não haver rejeição. Na gravidez é exatamente o contrário”, diz Barini. “Se o pai é parecido com a mãe, o corpo não reconhece aquilo como uma gravidez. Ele acha que é alguma parte do próprio organismo que está com defeito e rejeita o feto.”

Segundo o médico, o problema não pode ser chamado de uma doença. Em muitos casos, de acordo com Barini, uma mulher que sofre diversos abortos espontâneos com um parceiro pode engravidar facilmente com outro, e vice-versa. A rejeição de um bebê porque o corpo da mãe não o reconhece parece dramática? Pode até ser, mas essa história pode ter um final feliz. Resolver o problema é simples e não exige divórcio. Basta a “vacina de marido”, que deve ser aplicada antes de uma nova tentativa de concepção.

Nela, linfócitos (um tipo de célula de defesa) do homem são injetados no corpo da mulher para que o organismo materno reconheça o pai da criança da próxima vez que engravidar. Geralmente, são necessárias duas aplicações, separadas por quatro semanas. Depois, os médicos fazem um teste para ver se a imunização funcionou. A partir de então, a mulher já deve ter sucesso em uma nova gravidez.

segunda 22 fevereiro 2010 16:18


Grande realização

Blog de alineweslen :Incompetencia de Istimo Cervical, Grande realização

Casamento da minha amiga Adriana, dia muito feliz.

segunda 22 fevereiro 2010 16:11


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